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Apresentação

Natal, a capital Potiguar, já ganhou o mundo, é o portal de entrada das Américas, ponto mais próximo da Europa e África, uma cidade moderna e alegre, cresceu entre rios e o mar, enfeitada por dunas e muito verde. Terra de cores e sabores, local onde se encontra prazer e aventura. Aqui se diz que é verão o ano inteiro, num litoral de praias deslumbrantes, lagoas, sertão, culinárias, passeios, arte e cultura nunca vistos, aliados a uma ótima hospitalidade natural do seu povo.


Um dos destinos turísticos mais procurados do mundo está a “Cidade do Sol”, também lembrada como “Capital Mundial do Buggy” e “Terra do Camarão”, cidade onde nasceu o forró - “For All”, tem em torno de 800 mil habitantes e recebe mais de 2 milhões/ano de turistas entre brasileiros e estrangeiros. Os visitantes ficam deslumbrados com os mais de 400 km de Costa Atlântica passeando por lindas praias, muitas das quais visitadas em passeios emocionantes de Buggy entre Mar, Dunas e Lagoas com vários atrativos nesses caminhos, encontrando ainda locais para práticas de Mergulho, Surf e os ventos constantes possibilita a prática de Vela, como o Windsurf e Kitesurf.


Além dos atrativos naturais à cidade possui uma rede hoteleira de qualidade com aproximadamente 25 mil leitos e um Centro de Convenções com auditórios multiuso, com 4 mil assentos, de um total de 15 mil assentos, com auditórios bem equipados. Em março de 2005 foi considerada a capital mais tranquila do Brasil, segundo pesquisa oficial realizada pelo IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas. Também recebeu o título de ar mais puro das Américas (NASA-EUA) em 1994. No momento em que todos os olhos se voltam para o enorme potencial de investimento a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Natal, acolhe, acompanha e instrui, as empresas que pretendem conhecer as novas oportunidades de negócios. Venha conhecer seus encantos e sinta a diferença de ser tratado com o respeito que só os potiguares podem oferecer. Prepare-se para momentos inesquecíveis!




História

Tudo começou com as Capitanias Hereditárias quando o Rei de Portugal Dom João III, em 1530, dividiu o Brasil em lotes. As terras que hoje compreendem ao Rio Grande do Norte couberam a João de Barros e Aires da Cunha. A primeira expedição portuguesa aconteceu cinco anos depois com o objetivo de colonizar as terras. Antes disso, os franceses já aportavam por aqui para contrabandear o pau-brasil. E esse foi o principal motivo do fracasso da primeira tentativa de colonização. Os índios potiguares, ajudavam os franceses a combater os colonizadores, impedindo, a fixação dos portugueses em terras potiguares.


Em 25 de dezembro de 1597, uma nova expedição portuguesa, desta vez comandada por Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, chegou para expulsar os franceses e reconquistar a capitania. Como estratégia de defesa, contra o ataque dos índios e dos corsários franceses, doze dias depois os portugueses começam a construir um forte que foi chamado de Fortaleza dos Reis Magos, por ter sido iniciada no dia dos Santos Reis. O forte foi projetado pelo Padre Gaspar de Samperes, o mesmo arquiteto que projetou a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação.


Concluído o forte, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de Cidade dos Reis. Depois, Cidade do Natal. O nome da cidade é explicado em duas versões: refere-se ao dia que a esquadra entrou na barra do Potengi ou a data da demarcação do sítio, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599.


Com o domínio holandês, em 1633, a rotina do povoado que começa evoluir foi totalmente mudada. Durante 21 anos, o forte passou a se chamar Forte de Kenlen e Natal Nova Amsterdã. Com a saída dos Holandeses, a cidade volta a normalidade. Nos primeiros 100 anos de sua existência, Natal apresentou crescimento lento. Porém, no final do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16 mil habitantes.


A partir de 1922, o desenvolvimento de Natal ganhou ritmo acelerado com o aparecimento das primeiras atividades urbanas. Pela sua posição geográfica privilegiada é o ponto das Américas mais próximo da Europa, na 2ª Grande Guerra Mundial, já no século XX, serviu de base militar para os nortes americanos, ganhando ares de metrópole internacional, transformando definitivamente Natal e a cidade teve seu nome conhecido por milhões de cidadãos pelo mundo.


Nos anos pós-guerra a cidade continuaria a se desenvolver e sua população cresceria, mas só alguns anos mais tarde é que esse quadro mudaria definitivamente. Foi no inicio da década dos anos 80 com a construção da Via Costeira este um marco importante. São 10 km de praias com uma excelente rede de hotéis entre as Dunas e o Mar.


Infraestrutura

A cidade de Natal tem uma boa infra-estrutura básica. Hoje quase 100% de seus domicílios são atendidos pela rede elétrica e mais de 93% são ligados ao abastecimento de água. Por outro lado, menos de 30% têm saneamento básico.


Sua economia é baseada no turismo, sendo o estado do Rio Grande do Norte forte em petróleo e sal e produtos para exportação, como: melão, coco, camarão, castanha, café, cana-de-açúcar.


Em Natal há um bom número de pousadas e hotéis, alguns de grande porte, principalmente na Via Costeira. Embora seus principais atrativos naturais estejam ao longo da costa potiguar. O comércio em Natal é diversificado e possui boa oferta de produtos.


O serviço portuário vem se modernizando e já apresenta tarifas competitivas.


O aeroporto Augusto Severo, localizado no município de Parnamirim, foi ampliado para 10 mil metros quadrados, oferecendo condições adequadas de embarque e desembarque anual de 1,5 milhão de passageiros e uma movimentação de 8 milhões de toneladas de carga. Outro aeroporto está sendo construído no município de São Gonçalo do Amarante e a previsão é que esteja concluído em 2014.


Natal aparece no censo qualitativo da hotelaria nacional, da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), em oitava posição no que diz respeito à disponibilidade de hotéis, respondendo por 1,2% da hospedagem no mercado nacional. O censo toma por base uma pesquisa feita, em 7.003 hotéis e pousadas distribuídos pelo país.


Resumo


Fundação: 25 de dezembro de 1599.

Área do município: 172 Km2

Habitante: Natalense

Situação Geográfica: 5° 47' 42” de latitude sul e 35° 12' 34” de longitude oeste do meridiano de Greenwich.

Altitude média: 33 m acima do nível do mar.

Clima: Tropical, com temperatura média máxima de 29,7°C e mínima de 23,5ºC e umidade relativa do ar em 80%. Estação mais chuvosa entre abril e junho. Ventos constantes.

Vegetação: Tabuleiro Litorâneo.

População residente: 900 mil habitantes.

Representação População: 25,65% da população do Estado, e 0,42% da população do País.

População Jovem: 42,3% do total dos residentes faixa de até 19 anos, (crescimento elevado com mais de 65 anos).

Taxa de Alfabetização: De 5 a 15 anos é de 78,1% e com 5 anos ou mais de idade foi de 87,7%.

Densidade Demográfica: 4.175,5 hab/km²

Rede Elétrica: 100% atendida.

Saneamento Básico: atende menos de 30% .

Região Nordeste do Brasil: 9 estados – Rio Grande do Norte (Natal), Paraíba (João Pessoa), Pernambuco (Recife), Alagoas (Maceió), Sergipe (Aracaju), Bahia (Salvador), Ceará (Fortaleza), Piauí (Terezina) e Maranhão (São Luis).

Região Metropolitana de Natal: formada por 10 municípios: Ceará-Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Natal, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José do Mipibú e, Vera Cruz, contando com cerca de 1 milhão e 300 mil habitantes.

Rios: Potengi, Jundiaí, Doce e Pitimbu.

Taxa de Urbanização: 100,00% em 2000.

Regiões Administrativas: Norte, Sul, Leste e Oeste, com 36 bairros.

Cidades Vizinhas: Norte: Extremoz; Sul: Parnamirim; Leste: Oceano Atlântico e Oeste São Gonçalo do Amarante e Macaíba.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,79 (índice médio desenvolvimento humano).

Símbolos

Brasão

A resolução do Governo Municipal de Natal, de 23 de agosto de 1909, criou o Brasão de Armas para este município. O Brasão de Natal consta de campo azul com uma estrela caudada de ouro, encimada pela coroa, símbolo da cidade; uma faixa azul, embaixo do escudo, com a palavra NATAL, com letras de ouro.


A Bandeira

A Lei Municipal nº 978, de 8 de dezembro de 1959, criou a Bandeira do Município de Natal, constituída de duas faixas, verde e branco, tendo no centro superposto, o Escudo de Armas. O Brasão de Armas é usado no timbre dos papéis oficiais do município, enquanto a bandeira é hasteada, diariamente, juntamente com o Pavilhão Nacional, na fachada da Prefeitura, por ocasião do expediente e nos dias feriados.


Xanana

A flor Xanana foi instituída como símbolo de Natal pela Lei Ordinária 05350/ 02 de autoria do vereador Franklin Capistrano, publicada no Diário Oficial do Município de 19/01/2002.


Hino de natal

Letra e Música Waldson José Bastos Pinheiro


Natal, Cidade Sol,
tu representas tanto para mim!
No início, Forte dos Reis Magos,
Cidade Alta, Ribeira e Alecrim


Daí, sempre a crescer

um cajueiro galhos a estender,
Brotou nas Rocas, Quintas e Tirol,
em Igapó, Redinha e Mirassol
subiu até a duna,
em Mãe Luíza se enraíza no farol.


O mar, enamorado,
colar de praias te presenteou;
E o Potengi amado
em teu regaço com o porvir sonhou.


Natal provinciana
a tua história nos contou Cascudo
a luta com batavo,
as procissões, o pastoril entrudo.


Natal, Cidade Sol,
tu representas tanto para mim!
No início, Forte dos reis Magos,
Cidade Alta, Ribeira e Alecrim.


Daí, sempre a crescer
um cajueiro galhos a estender,
Brotou em Morro Branco e Bom Pastor,
em Candelária, Felipe Camarão;


Do Morro do Careca
em Ponta Negra, vem rolando até o chão.


O mar, enamorado, colar de praias te presenteou;
E o Potengi amado
em te regaço com o porvir sonhou.


Natal espacial
ao céu foguete vai levar mensagem
de amor e esperança


Folclore

As danças folclóricas do Rio Grande do Norte foram sempre muito elogiadas pelos estudiosos. Na década de vinte, Luís da Câmara Cascudo (considerado o maior folclorista nacional), escreveu centenas de livros e nos jornais sobre a beleza de nossas danças folclóricas. Na década de 30, Mario de Andrade, veio estudar a cultura potiguar deixando uma obra valiosíssima. Além deles outros pesquisadores que deixaram rico acervo, foram Manoel Rodrigues de Melo, Hélio Galvão e Oswaldo Lamartine.


As danças ou os autos do Rio Grande do Norte reproduzem as cantigas (fiéis aos autores). Vamos conhecer os Auto Populares ou Folguedo Folclóricos


Boi Calemba: Também conhecida como Boi de Reis ou Bumba-Meu-Boi, é um auto popular que trata da morte e ressurreição de um boi.


Fandango: Auto que evoca as grandes aventuras dos navegantes portugueses. O auto gira em torno da “Nau Catarineta”, navio que andou perdido no mar sete anos e um dia, até aportar nas praias de Portugal.


Congos: Conta a história de uma batalha entre os hostes guerreiras de soberanos africanos, o rei Henrique Cariongo e sua famosa irmã, a rainha Ginga. As cantingas e embaixadas é uma verdadeira algavaria, uma loucura emocionante. Atualmente existem dois grupos de congos: os Congos de Calçola ou de Combate, na vila de Ponta Negra e os Congos de Guerra, na vila de Santo Antonio em São Gonçalo do Amarante.


Lapinha: Auto religioso, criado para celebrar o nascimento de Jesus Cristo.


Pastoril: Ao contrário da Lapinha, auto religioso do qual se originou, o Pastoril é folguedo profano. Deslocaram o espetáculo do adro das igrejas para o meio das ruas e a introdução no Pastoril de um velho, que substitui o pastorzinho da Lapinha e se tornou responsável pelas piadas pornográficas, introduzidas no Folguedo.


Cabocolinhos: Este é um auto cuja origem os estudiosos divergem. Alguns consideram que é uma dança dos índios brasileiros, enquanto outros acham que a inspiração dos Cabocolinhos é de origem africana. Existem dois grupos no município de Ceará Mirim.


Além dessas danças temos as Danças Dramáticas, ou Danças Puras, que o povo dança apenas para se divertir e as danças em homenagem aos santos.


As danças brincantes são:Coco-de-Pau, o Bambelô – característicos do litoral e do agreste. Maneiro de Pau que só existe na zona serrana do Oeste Potiguar.


As danças religiosas: Espontão – realizada na Festa de Nossa Senhora do Rosário em Caicó e em Jardim do Seridó.


Dança de São Gonçalo – realizada no alto das serras de Portoalegre e São Miguel, comemorando o nascimento do Santo, ou dançando no pagamento de promessas. Bandeirinhas - dança do ciclo de São João em Touros.


Capelinha de Melão - dança do ciclo de São João em municípios do litoral leste potiguar.


Araruna– grupo Sociedade Araruna com sede própria no bairro das Rocas em Natal, diferente das outras danças que possuem semelhanças com as danças nordestinas essa dança de destaque é genuinamente potiguar.


Artesanato

Um dos melhores artesanatos produzidos no Nordeste é o do Rio Grande do Norte. E um reflexo da qualidade (e da própria quantidade) das peças confeccionadas por verdadeiros artistas manuais está em Natal, que já dispõe de seis grandes centros de venda de produtos artesanais.


O maior de todos é o Shopping do Artesanato Potiguar, no bairro de Ponta Negra. Inaugurado em janeiro de 2005, funciona no antigo hotel Marina Praia Sul e tem quatro pavimentos com 212 lojas, além de uma praça de alimentação.


Há mais três centros de artesanato na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Ponta Negra. O Vilarte, que tal como o Shopping do Artesanato foi inaugurado no início de 2004, tem 53 lojas, praça de alimentação e varanda de frente para o mar.


Bem próximo ao Vilarte está o Centro de Artesanato de Ponta Negra. De proporções menores, reúne 37 lojas. Na mesma avenida fica ainda a feira permanente da Cooperativa do Artesanato (Coart), com 32 quiosques que funcionam ao ar livre.


Fora de Ponta Negra, destaque para o mais tradicional ponto de venda de produtos artesanais em Natal, o Centro de Turismo. Tem 46 lojas, que funcionam nas celas que, na década de 30 do século passado, já serviram à cadeia pública de Natal.


Situado no alto de uma ladeira, o Centro de Turismo tem ainda galeria de arte e restaurante com cozinha regional, que às quintas-feiras promove o concorrido Forró com Turista. Já o Centro de Artesanato, na Praia dos Artistas, tem 80 lojas, praça de alimentação e um bom movimento.


Ainda na Praia do Meio pode ser encontrado o Shopping Mãos de Arte, que possui 150 lojas distribuídas em quatro andares e conta com modernas instalações, que oferece sistema de ar condicionado central, elevadores e dois estacionamentos próprios, além de praça de alimentação.


Entre os produtos que compõem o universo do artesanato potiguar estão os bordados, usados sobretudo para propósitos domésticos, assim como as bijuterias, fabricadas com metal e minerais diversos. As camisetas com fotos de praias do Rio Grande do Norte, porém, é que se destacam nas prateleiras.


Outros itens facilmente encontrados nos centros de artesanato são redes, tapeçarias, roupas de praia feitas de crochê e objetos de enfeite em couro ou madeira, como barcos em miniatura, peixes, ferramentas indígenas e até santos.


Também fazem sucesso em meio ao artesanato as guloseimas regionais, com destaque para as castanhas de caju, doces de frutas e até mesmo pastéis de frutos do mar e tapiocas. Por todos esses motivos, conhecer os mercados de artesanato em Natal é diversão garantida. E sinônimo de boas compras.


Localização geográfica

Localização:

5° 47' 42” de latitude sul e 35° 12' 34” de longitude oeste do meridiano de Greenwich.


Altitude média:

33 m acima do nível do mar.


Clima:

Tropical, com temperatura média máxima de 29,7°C e mínima de 23,5ºC e umidade relativa do ar em 80%. Estação mais chuvosa entre abril e junho. Ventos constantes.


Vegetação:

Tabuleiro Litorâneo.


População residente:

900 mil habitantes.


Distância entre Natal e outras Capitais:

Aracaju – 604 Km
Belém – 2.108 Km
Belo Horizonte – 2.348 Km
Boa Vista – 6.770 Km
Brasília – 2.505Km
Campo Grande – 3.537 Km
Cuiabá – 3.543 Km
Curitiba – 3.365 Km
Fernando de Noronha – 370 Km
Florianópolis – 3.662 Km
Fortaleza – 537 Km
Goiânia – 2.619 Km
João Pessoa – 185 Km
São Luís – 1.607 Km
Macapá – 2.779 Km
Maceió – 572 Km
Manaus – 5.985 Km
Palma – 2.345 Km
Porto Alegre – 4.066 Km
Porto Velho – 4.998 Km
Recife – 297 Km
Rio Branco – 5.533 Km
Rio de Janeiro – 2.625 Km
Salvador – 1.126 Km
São Paulo – 2.947 Km
Teresina – 1.171 Km
Vitória – 2.178 Km

Nova York - 6.493 Km
Buenos Aires – 3.953 Km
Dakar – 3.002 Km
Miami – 5.965 Km
Paris – 7.058 Km
Lisboa 5618 Km
Londres – 7184 Km

Mapas





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